sábado, 9 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dia do Pai-Breve nota
- O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março.
- Por que é que calha nesta data?
- É porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.
- S. José, marido de Maria, era carpinteiro e vivia na cidade de Nazaré, na Galileia. Ao que parece, era um bom homem e aceitou ser o pai de Jesus.
- A sua história vem contada na Bíblia.
- O culto a São José começou no século IX.
- Não se sabe ao certo em que data José nasceu ou morreu, mas o papa Gregório XV, em 1621, referiu a data de 19 de Março como a da sua morte.
- E assim ficou a ser o seu dia!
- Tornou-se também o santo padroeiro (protector) dos carpinteiros, pela profissão que tinha.
- O nome José vem do hebreu (Youssef) e significa "que Deus acrescente".
- E ser pai?
- Mas ser pai é algo muito importante.
- É uma alegria, mas também é uma grande responsabilidade.
- É o pai que (junto com a mãe, claro) deve acompanhar, proteger, cuidar e ensinar muitas coisas aos seus filhos.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
6º Ano "Os valores familiares"

A família não poderá sobreviver sem a vivência dos valores.
A vida é feita de valores, grandes valores, grandes não em número de letras mas sim da importância natural que todos eles têm e que nos transmitem.
O diálogo tem uma importância marcante no relacionamento familiar.
Quando não há diálogo as dúvidas e as incompreensões, vão, pouco a pouco, destruindo a unidade da família.
A família também está interligada com a ajuda.
Ajuda é um auxílio, um apoio, que só a família pode dar com o maior sentido de amor.
A família é aquele ombro amigo chamado ajuda, que está sempre lá.
A partilha é um valor incalculável, ela “enriquece” quem recebe, mas também quem dá, quem partilha, é de uma alegria contagiante. É bom poder saber que numa família existe partilha, que podemos ter o prazer de partilhar, todos juntos, toda a família.
A colaboração é essencial no seio familiar.
Colaborar em família, com a família é um acto inexplicável.
Os valores na família, são importantes para nós, pois, de uma forma ou de outra, nascemos numa família.
Na família partilhamos com os outros elementos os nossos sucessos e procuramos conforto nos tempos difíceis que nos podem aparecer diariamente.
O termo “família” é derivado do latim “famulus”, que significa “escravo doméstico”. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.
No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta família é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos. Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta família é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos. Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
6º Ano " A Família"

Os avós, tantas vezes esquecidos e menosprezados, têm recuperado a sua função importantíssima na vida familiar, sobretudo na educação dos netos.
Quantos gestos e sacrifícios extraordinários testemunhados por muitos avós!
Há dias, um canal de televisão mostrava-nos este caso maravilhoso e exemplar.
Um casal de avós aposentados, muito válidos ainda, teve uma ideia singular.
Têm vinte netos. Preparam a casa para acolher os netos, para que os seus filhos possam cumprir os seus deveres profissionais tranquilamente.
Esses avós falaram ao jornalista e disseram: Para além de amparar os nossos netos, queremos transmitir-lhes os valores que recebemos e cultivamos: a honestidade, a solidariedade, o respeito, etc.
Achei encantador e belo o esforço daquele casal idoso que se sacrifica até ao fim, como um círio que se desgasta generosamente para dar luz e calor.
Há tempos, nos jornais franceses apareceu este anúncio insólito.
-Quem quer um avó?
Apareceram várias respostas e passados alguns dias lá vimos um professor aposentado enquadrado numa família, que passou a ter outro ambiente: alegrado pelas interessantes histórias que ele contava, pelas respostas que dava a todas as perguntas do casal e dos filhos, a quem considera "netos".
Os avós podem ter já bastante idade, podem ter o rosto enrugado e as mãos encarquilhadas, mas o amor aos netos - às vezes quase louco - supera todas as lacunas e faz deles ternos modeladores de homens de amanhã.
Mário Salgueirinho, In Seremos julgados pelo amor.
Quantos gestos e sacrifícios extraordinários testemunhados por muitos avós!
Há dias, um canal de televisão mostrava-nos este caso maravilhoso e exemplar.
Um casal de avós aposentados, muito válidos ainda, teve uma ideia singular.
Têm vinte netos. Preparam a casa para acolher os netos, para que os seus filhos possam cumprir os seus deveres profissionais tranquilamente.
Esses avós falaram ao jornalista e disseram: Para além de amparar os nossos netos, queremos transmitir-lhes os valores que recebemos e cultivamos: a honestidade, a solidariedade, o respeito, etc.
Achei encantador e belo o esforço daquele casal idoso que se sacrifica até ao fim, como um círio que se desgasta generosamente para dar luz e calor.
Há tempos, nos jornais franceses apareceu este anúncio insólito.
-Quem quer um avó?
Apareceram várias respostas e passados alguns dias lá vimos um professor aposentado enquadrado numa família, que passou a ter outro ambiente: alegrado pelas interessantes histórias que ele contava, pelas respostas que dava a todas as perguntas do casal e dos filhos, a quem considera "netos".
Os avós podem ter já bastante idade, podem ter o rosto enrugado e as mãos encarquilhadas, mas o amor aos netos - às vezes quase louco - supera todas as lacunas e faz deles ternos modeladores de homens de amanhã.
Mário Salgueirinho, In Seremos julgados pelo amor.
A Família: o amor, a vida, a experiência
Como?
Como pode viver alguém que esteja triste e abandonado?
Não seria melhor, viver com a alegria de ajudar e ser ajudado, amar e ser amado?
Como? Como?Sentir a alegria da união, da partilha, cheirar o ar de ternura e carinho que se estende com todos reunidos!Não é melhor sentir o aconchego e não a solidão?
A união em vez do rancor. Vamos dar a mão, vamos sentir-nos felizes, nunca mais nos vamos esquecer de ninguém.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Ser solidário
É com todo o gosto que procedo à apresentação do documento:
Um desafio para todos: O desenvolvimento solidário".
Trata-se de um texto cuidadosamente preparado pelo Pontifício Conselho "Cor Unum", por indicação do Santo Padre João Paulo II. Mais uma vez este ano, na sua Mensagem Quaresmal, o Sucessor de Pedro se fez porta-voz de todos aqueles que não dispõem de um mínimo vital: "A multidão de famintos, constituída por crianças, mulheres, idosos, imigrantes, prófugos e desempregados, eleva para nós o seu grito de dor. Eles imploram-nos, à espera de ser escutados".
Este documento situa-se no caminho indicado por Jesus Cristo aos seus discípulos. A pessoa e a mensagem de Jesus centram-se, efectivamente, na revelação de que "Deus é amor “um amor que redime o homem e o resgata da suas múltiplas misérias para restituir a sua plena dignidade. No decurso dos séculos a Igreja deu inumeráveis expressões concretas a esta solicitude de Deus. Poder-se-ia apresentar a história da Igreja também como uma história da sua caridade para com os mais pobres, tendo como protagonistas os cristãos que testemunharam aos seus irmãos necessitados o amor de Cristo que dá a vida pelo próximo.
A publicação assume especial importância na perspectiva do Grande Jubileu do ano 2000, que a Igreja se prepara para celebrar. O espírito do documento não se inspira em alguma ideologia, mas deixa-se guiar pela lógica evangélica, convidando ao seguimento de Jesus Cristo vivido no dia-a-dia.
Esperando que esta publicação possa contribuir para formar a consciência no exercício da justiça distributiva e da solidariedade humana, faço votos pela sua mais ampla difusão.
Este trabalho foi realizado por: Zé Pedro 6ºC nº12
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
5º ano "Jesus de Nazaré"

Jesus: um marco na história
Jesus de Nazaré começou por ser conhecido na terra pelo bem que fazia e pela forma como ensinava. Falava do Reino de Deus, um reino que não é como os outros reinos do mundo: pode estar em todos os países, em todas as cidades e aldeias, porque está dentro de cada pessoa. O Reino de Deus de Deus é o poder do amor de Deus a reinar no coração de cada um. Jesus de Nazaré foi uma figura pública muito importante: a sua mensagem, as suas atitudes e o seu destino marcaram profundamente a história da humanidade.
O nascimento de Jesus
O evangelista São Lucas relata-nos que Jesus nasceu em Belém, de Judá, durante o domínio do império romano. O pai de Jesus era um homem de nome José, carpinteiro de Nazaré, pequena cidade da Galileia. A sua mãe chamava-se Maria. Os seus pais eram judeus, e viviam em Nazaré, na pequena província da palestina no tempo de Jesus, eram cerca de um milhão e falavam aramaico. Estes tinham ficado sob o domínio romano quando , no ano 63 antes do nascimento de Jesus, as legiões de Pompeu tomaram Jerusalém. As populações, conquistadas pelo império, eram forçadas a contribuir para o sistema fiscal de Roma, através do pagamento de impostos. Os governadores de Roma realizavam, periodicamente, recenseamentos para a actualização do registo dos seus contribuintes.
São Lucas, na narrativa do nascimento de Jesus, conta-nos que o imperador romano, César Augusto, deu ordens para que todos os povos da Palestina, que estavam sob o domínio do império romano, se recenseassem nos lugares de origem, ou na terra de origem dos seus antepassados. Foi nestas circunstâncias que José e Maria fizeram uma viagem de Nazaré até Belém quando Maria estáva grávida de Jesus, já próximo do seu nascimento.
Jesus, o Messias Prometido
O nascimento de Jesus é-nos relatado pelos evangelistas Lucas e Mateus, nos dois primeiros capítulos dos seus evangelhos. Mateus revela a intenção de mostrar que Jesus é o Messias a que se referiam as profecias do antigo Testamento. Na narrativa do nascimento de Jesus do evangelho de Mateus, Jesus é aquele que cumpre a profecia do Antigo Testamento, referida no Livro de Miqueias. Este profeta anuncia o nascimento de um Messias, um Salvador enviado por Deus e esperado pelo povo, que haveria de nascer em Belém, cidade do rei David: o Messias seria um descendente deste importante rei.
O nascimento de Jesus é-nos relatado pelos evangelistas Lucas e Mateus, nos dois primeiros capítulos dos seus evangelhos. Mateus revela a intenção de mostrar que Jesus é o Messias a que se referiam as profecias do antigo Testamento. Na narrativa do nascimento de Jesus do evangelho de Mateus, Jesus é aquele que cumpre a profecia do Antigo Testamento, referida no Livro de Miqueias. Este profeta anuncia o nascimento de um Messias, um Salvador enviado por Deus e esperado pelo povo, que haveria de nascer em Belém, cidade do rei David: o Messias seria um descendente deste importante rei.
Os ensinamentos de Jesus
Jesus percorreu o seu país, ajudando todos os que precisavam e ensinando uma mensagem cheia de grande novidade. As suas p0alavras surprendiam muitas pessoas. O que Jesus dizia acerca de Deus não era o que as pessoas estavam habituadas a ouvir. Jesus veio inaugurar um reino de amor e justiça, um reino interior, que está dentro do coração de cada um. A este reino todos podem pertencer, porque todos podem acolher na sua vida a presença de Deus. O reino de Deus é a presença do poder de Deus (um poder de amor e justiça) no íntimo de cada pessoa. Cabe a cada um acolhê-lo ou recusá-lo.
Também se chama evangelho ao relato da vida e ensinamentos de Jesus. Depois da sua morte, os discípulos transmitiram o que tinham visto e ouvido no tempo que em que tinham partilhado a sua vida com ele. Depois, começaram a registar por escrito os acontecimentos marcantes da vida de Jesus, para que todas as pessoas de todas as épocas o conhecessem e não se perdesse a memória do que tinha dito e realizado. Existem quatro versões, escritas por autores diferentes, por isso há quatro evangelhos - Mateus, Marcos., Lucas e João - que fazem parte da Bíblia, no Novo Testamento.
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